Segunda-feira, 7 de Julho de 2008

PROGRAMA ARRUMAÇÃO

Tânia Diniz, poetisa convidada do Pão e Poesia, esteve ontem no Prosa Arrumada, com Saulo Laranjeira e Olavo Romano.

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Quinta-feira, 3 de Julho de 2008

Pão e Poesia. Érika Machado no Stereoteca. Show Titane. Entrevistas.

Pão e Poesia - Stereoteca - Érika Machado
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Entrevista com Érika Machado antes da abertura no Stereoteca
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Entrevista com teatrólogo João das Neves antes do show da Titane
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Entrevista com Natália e Carla
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Entrevista com Maria José e Ana Clara

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Quarta-feira, 2 de Julho de 2008

IMPERDÍVEL!!! HOJE TEM TITANE E ÉRIKA MACHADO NO STEREOTECA

Não é exagero! Realmente i-m-p-e-r-d-i-v-e-l, o show de hoje no Stereoteca. Érika Machado - poeta convidada do Pão e Poesia, fará a abertura do show da Titane, lendo dois poemas de sua autoria. Logo em seguida, Titane subirá ao palco com toda sua graça, emoção e competência de sempre, para realizar mais uma apresentação que tenho certeza, ficará na memória dos que se fizerem presenteados.
Titane conheço desde os tempos do "Projeto Fim de Tarde", que era realizado no Palácio das Artes, lá pelos idos da década de 80. Sim, tive o prazer de na adolescencia assistir Titane, interpretando belíssimamente várias canções e entre elas, uma inesquecível - Araguaia, do Ricardo Faria.
Bem, não vou ficar com muito lero-lero, porque Titane, não precisa de rasgação de seda minha. Além do mais, julgo não ter a competência necessária, para descrever o que é Titane (um instrumento vivo) em ação num palco - isso, prefiro é sentir ao vivo e em cores vibrantes, não deixando escapar mínima nota de suas cordas vocais.
Leiam abaixo texto de Israel do Vale (jornal O TEMPO), sobre o novo trabalho da Titane.
Para baixar e vestir a alma com as músicas de ANA - aqui.
Erika Machado - aqui
(Fernando Fuiza)
Titane: desconserto poético e o limiar da voz, a lumiar
Titane vem de onde não se sabe. E sabe direitinho, enovelada em dúvidas, que onde tem. Sabe de tudo nada - qual brincadeira de roda: duas pontas que começam onde se queira e terminam em lugar algum [ou em todos...]. Sabe do nada tudo - poeira ao vento, tão presente e impalpável.
Titane é a sombrinha sobre a corda bamba. O tempo e o vento do equilíbrio - abismo em suspense, tão dentro, lembaixo. É o jogo dos que se jogam, ludicamente - pero sin perder a dramaticidade. O risco em si: rabisco na parede áspera da caixa de fósforo. Foco de incêndio que não se vê nem se apaga.
Titane é uma das maiores cantoras de sua geração, Brasil afora. Uma das mais rigorosas e coerentes artistas da voz, em Gerais. Uma mulher [forte, admirável] que não se furta a compartilhar seus lemas - sob ou sobre o palco. Nem deixa, jamais, de colocar-se íntegra.
Titane é, de nascença, Ana Íris. Minimalista, intensamente. Nome de titã, olhos de lince. Guerreira alerta, veias abertas, de olho no que vem lá -seja lá onde lá for.
Um disco de Titane, Titane é. Intensamente minimalista. E este "Ana" é mais um sinal de uma grande [e generosa e paciente] cantora que aprendeu o tempo das coisas. O tempo de quem é, e não o de quem está - ou apenas quer chegar.
"Ana" ganhou pernas e saiu solta e revolta, serelépida e faceira, em volteios pela Internet - desde ontem. Pode ser encontrada de graça no quintal virtual da cantora [www.titane.com.br]. Um cacho de bananas para o mercado - este ser cego e surdo, de mil tentáculos, que vive do programável, não do inevitável.
"Ana" é um mergulho no novo, com a carga da história. Desconstrução e desconserto, desconcertante. Fiapo de música fiada em tirar, mais que impor. Um exercício de subtração plural e polifônico, em uníssono. É o resumo da síntese, consciente do que merece e precisa ficar.
Traz na algibeira o desassombro de tudo que poderia ter sido. Sem expectativas nem discursos. Sem cobranças nem rancores. É, em sua aparente despretensão, um latente retrato de época que estreita vínculos [estéticos, geracionais] com o que virá - fruto do descontrole remoto da era digital.
Titane é entrega. E sempre esteve aberta ao diálogo criativo. Basta o pujante "Sá Rainha", de 2000, seu mais recente, para ilustrar o que se diz - numa linha do tempo que vai e vem [qual rede na parede] e nem por isso perde o rumo.
"Sá Rainha" era, então, uma viagem no espaço - um passo atrás e dois à frente. Na retaguarda, desfiava vínculos com a herança afro-rural-mineira [tanto na evocação a Milton Nascimento e ao congado, como nos braços dados com Tizumba ou Pereira da Viola]. Já adiante, coletora de sotaques, mais urbana, assinava embaixo do trabalho de artistas emergentes [para o mercado, ao menos] como Chico César e Zeca Baleiro.
Lá, como aqui, forja em música um libelo calado em favor da poesia - no primeiro, movida por uma força gravitacional prenhe de Leminski, de próprio punho ou pela pena de discípulos/admiradores/cúmplices como a ex-mulher, Alice Ruiz, e o jornalista e amigo Ademir Assunção.
Muito houve antes [com destaque para "Inseto Raro", dentre os quatro primeiros rebentos] e, muitos veios depois, "Ana" atualiza e fortalece o ímpeto da cantora de querer mais - um sentimento que se manteve afastado do disco por oito anos, redirecionado que foi para projetos coletivos de outra grandeza, como o espetacular "Campo das Vertentes" [www.titane.com.br/index_.html].
"Clarear", que abre o novo disco, é uma clara demonstração de que Titane [limiar da voz, a lumiar] é seu próprio instrumento - e, quisesse, bastaria-se. "Escurecer", que o fecha, faz a voz se pôr no horizonte, ciclicamente, para tudo começar de novo.
"Ana" é um palíndromo sonoro emoldurado em poesia. Inseto raro, entrega-se como obra aberta [um origami desdobrável a quem quiser intervir, pelo site] ou obra fechada [a quem quiser preservá-la, cabo a rabo], na sucessão de enlaces oferecida por letras e arranjos, sob a sensível batuta de Renato Villaça e Rafael Martini.
No varejo, consolida também a primeira visão panorâmica da geração Reciclo Geral, um movimento que se desenhou em 2002 como marco dos novos tempos, do trabalho autoral compartilhado e da criação conjunta e colaborativa - e de onde emergiram nomes como Makely Ka, Kristoff Silva, Érika Machado, Cecília Silveira, Dudu Nicácio e Renato Villaça, para me deter aos que desfilam aqui.
"Ana" é um presente do presente. Com a sabedoria [e a delicadeza] de quem sabe que o caminho artístico é espiral. E mora além.
Israel do Vale, 40, diretor de programação e produção da Rede Minas, escreve neste espaço aos sábados. israeldovale@uol.com.br
Publicado em: 28/06/2008
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Mais sobre o show de hoje - AquiÓ

Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

Pão e Poesia na Escola

Depois de produzir 300 mil embalagens de pão, que estão sendo distribuídas gratuitamente para as padarias da região metropolitana de Belo Horizonte levando poemas para o dia-a-dia das pessoas, estamos dando seqüência à nossa ação poética. O projeto “Pão e Poesia – em qualquer esquina, em qualquer padaria” chega agora às escolas. Ontem, estive com os professores da Escola Municipal Giovanini Chiodi, no bairro Ipê Amarelo, em Nova Contagem, iniciando esta nova fase do projeto. As escolas interessadas em receber a exposição podem fazer contato pelo e-mail diovvani@yahoo.com.br. Abaixo algumas fotos e vídeos do lançamento do projeto Pão e Poesia na Escola.
FOTOS

Professoras da Escola Municipal Giovanini Chiodi assistindo a apresentação do projeto.

Duas Andreas: a primeira, entusiasmada querendo beber a poesia, que estava dentro do fruto-poema da nossa Árvore dos Poemas; a segunda, com uma embalagem do Pão e Poesia. Assista abaixo uma entrevista com elas. Cultivo na minha casa, pelo menos há uns oito anos, a árvore Moringa. Aproveitei para fazer a doação de sementes às professoras e também de uma muda, que fiz questão de plantar. Para saber mais sobre a Moringa acesse: 1-Limpa água barrenta, 2-Como preparar - 3-Fonte de vitamina A, 4-Contra a Dengue. Já devo ter feito a doação de +- umas 3000 sementes e ainda tenho algumas safra do ano passado, quem interessar-se, basta fazer contato no diovvani@yahoo.com.br que a gente vê como faz pra enviar.

Logo após ter plantado a muda da Moringa.

Tenho recebido algumas doações de livros, para um outro projeto que acalento o "Margarida, poesia em movimento - uma injeção de poesia nas artérias da realidade" - como esse projeto ainda não começou efetivamente, nas praças públicas, estou doado livros para professores, escolas e para qualquer pessoa que queira recebê-los, foi o que fiz para a biblioteca da Escola Giovanini. Para saber mais sobre o projeto da Margarida clique aqui.

VÍDEOS
Parte de um poemeu P x p = 2P´s == Pd+

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O Poeta Lecy Pareira Sousa, a plenos pulmões, esparramando Maiakoviski, na sala de aula. video

Entrevista com professoras da Escola Municipal Giovanini Chiodi, do bairro Ipê Amarelo, em Nova Contagem.

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1ª Parte da entrevista com Lecy Pereira Sousa, poeta e bibliotecário da Escola Municipal Giovanini Chiodi, do bairro Ipê Amarelo, em Nova Contagem. video
2ª parte da entrevista com Lecy

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Projeto Pão e Poesia no You Tube – aqui
Para participar da comunidade do Pão e Poesia no Orkut – aqui
Lista de algumas padarias que já receberam embalagens com poesia - aqui

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Quero fazer um agradecimento especial à Ângela Rodrigues (editora da Cidade, a revista de Contagem) e toda equipe da revista, que em duas oportunidades dedicou especial atenção ao trabalho que venho desenvolvendo. Conheça mais sobre esta importante publicação, que tem valorizado e divulgado o trabalho de empresários, artistas e pessoas comuns que, efetivamente participaram e ainda participam da construção de Contagem - aqui.

Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

PAULINHO ANDRADE, FAZ HOJE, ABERTURA DE SHOW NO STEREOTECA

Paulo César Andrade nasceu na cidade de Carmo, Rio de Janeiro, RJ, em 11 de dezembro de 1955, onde passou a infância até se mudar com a família para a zona da mata mineira, e depois para Belo Horizonte, MG, onde mora a mais de vinte anos. Publicou “Volts, 293” (editora Por Ora, 2001, BH). Também compositor, o poeta lançará no primeiro semestre de 2008 o CD “Paulinho Andrade & Boa Cia”, com participações de grandes intérpretes mineiros, sendo alguns parceiros de carreira do poeta que tambem pretende lançar ainda em 2008 o 2º livro de poesia, “Palavras de Quase Tudo”, uma seleção de 32 poemas “líricosamargoscontundentes”, adianta o poeta e ativista cultural.
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Paulinho Andrade em abertura de show no Stereoteca - 18.06.08

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Entrevista com o Sr.José Carlos após a apresentação do Paulinho Andrade

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Após a apresentação do Paulinho, fomos prum boteco, próximo à praça da Liberdade (ninguém é de berro), enquanto rolava a festa pro empate entre Brasil e Argentina no Mineirão. Entre umas e outras, não perdi a oportunidade de gravar, o primeiro poema do Paulinho Andrade. Ele me contou, que tinha passado algumas letras para o Ricardo Faria (mais conhecido como Cadinho - No Araguaia passa um rio / rio onde plantaste...) musicar e o Cadinho, devolveu algumas dizendo “Pô, mas essas aqui não são letras de música. São poemas.” E foi a partir desse fato, que o Paulinho atinou de também fazer poemas.

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Entrevista com Paulinho Andrade

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Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Em formato inovador, Iº Seminário Prático da Música traz profissionais do Brasil e exterior a BH

Festival Stereoteca promove quatro dias de debates no Teatro da Biblioteca; Ao final, os participantes escolherão um convidado que prestará consultoria virtual a artistas e produtores mineiros

Produção musical, novas tecnologias, comunicação, internet, distribuição fonográfica, mercado independente. Durante quatro dias, Belo Horizonte receberá algumas das pessoas que mais entendem deste assunto no Brasil e exterior.O I Seminário Prático da Música acontece entre os dias 3 e 6 de junho,no Teatro da Biblioteca, Praça da Liberdade, e é uma das ações do festival Stereoteca 2008. Jornalistas, artistas, produtores e profissionais da música participarão deste processo de debate e formação das cenas mineira e nacional.

INTERCÂMBIO E CONSULTORIA
O principal objetivo do I Seminário Prático da Música é possibilitar a criação de novas idéias, negócios e de um circuito estruturado e auto-sustentável para o setor. O formato inovador do encontro propõe que, ao final dos debates, os participantes escolham através de votação no site do Stereoteca um convidado que, durante três meses, prestará uma espécie de consultoria virtual a artistas e produtores mineiros. Ao fim deste período os participantes deverão apresentar um produto final, fruto do trabalho criado ou modificado a partir da orientação do consultor.

PROGRAMAÇÃO

3 DE JUNHO – PRODUÇÃO ARTÍSTICA

Eduardo Ramos
Trabalhou como Diretor Internacional da gravadora Trama em Londres. Dono da Slag Records, lançou bandas como Arcade Fire, Cidadão Instigado, Grenade, Four Tet, Teenage Fanclub. Trabalhou com as bandas CSS (Cansei de Ser Sexy) e Bonde do Role, foi responsável pelas turnês dos artistas Nação Zumbi, Otto, Fernanda Porto, Ed Motta e outros na Europa. Coordenador do especial Tropicália no Barbican Centre em Londres, que organizou a volta dos Mutantes.

Paulo Junqueiro
Há mais de 30 anos no mercado fonográfico, atuante no mercado nacional e internacional, é atualmente o diretor artístico da gravadora Emi. Foi diretor da Warner no Brasil e no exterior.

Danusa Carvalho
Empresária de grandes nomes da música, entre eles: Cássia Eller, Farofa Carioca, Seu Jorge e Paula Lima. No momento desenvolve a carreira dos artistas Renegado, Aline Calixto e Kiko Klaus, além de ser a idealizadora e curadora dos projeto Stereoteca e Circuito Minas Instrumental.

4 DE JUNHO – PRODUÇÃO EXECUTIVA

Holger Beier
DJ e produtor musical alemão com extensa carreira internacional. Dono do conceituado selo de música eletrônica Bungalow, atualmente reside em Florianópolis, dividindo seu tempo entre os mercados brasileiro e europeu. Integrante do grupo Le Hammond Inferno, também assina suas discotecagens com o nome Say Hooo!

Maria Juçá
Fundadora e coordenadora do Circo Voador no Rio de Janeiro. Foi coordenadora da Rádio Fluminense e, além de agitadora cultural, coordena o pontão de cultura digital do Circo Voador.

Lúcia Camargo
É Presidente da Fundação Clóvis Salgado. Foi Secretária de Estado da Cultura do Estado do Paraná, Diretora Artística do Teatro Municipal de São Paulo e Diretora Administrativa da Universidade Livre de Música.

5 DE JUNHO – DISTRIBUIÇÃO E NEGÓCIOS

Silvio Pellacani Junior, Tratore Distribuidora
A Tratore é uma distribuidora de selos e artistas independentes e atualmente é uma das poucas que representa a circulação musical independente brasileira, contando em seu catálogo com mais de 1.100 títulos. Foi fundada em 2002 por Pellacani e Maurício Bussab, tornando-se a maior distribuidora independente de produtos fonográficos brasileira.

Eric Taller, Ginga P
Norte-americano responsável pela criação da Ginga P, responsável pela distribuição, produção e realização de eventos no Rio de Janeiro e Salvador.

Reinaldo Pamponet, Eletrocooperativa
Fundada em 2003, a Eletrocooperativa é um projeto que trabalha pela inclusão de jovens carentes na sociedade através da música, tecnologia e arte digital. Atua em Salvador e em São Paulo.

6 DE JUNHO - COMUNICAÇÃO
Pedro Alexandre Sanches
Foi jornalista da Folha Ilustrada, escreve na Carta Capital e é autor dos livros Tropicalismo- Decadência Bonita do Samba e Como Dois e Dois São Cinco.

Luiz César Pimentel
É diretor de conteúdo do site MySpace no Brasil. Começou na revista Carta Capital, trabalhou como repórter da Folha de São Paulo e foi correspondente das revistas Caros Amigos, Fórum e Terra na Ásia. Também trabalhou nas revistas Trip, Zero e Radar, além dos portais UOL, Starmedia e Zip.net.

Antônio Carlos Miguel
Jornalista especializado em música há 30 anos, é repórter e crítico do Segundo Caderno/O GLOBO, publicou o livro "Guia de MPB em CD"; é jurado dos prêmios Grammy Latino, TIM e Rival de Música.


SERVIÇO
I Seminário Prático da Música
Data: De 3 a 6 de Junho
Horário: A partir das 18:30
Local: Teatro da Biblioteca, Pça da Liberdade, 21
Entrada franca
Informações: (31)3222.3242

Poeta Paulo Urban no Stereoteca

28.05.08 - POETA CONVIDADO: Paulo Urban
Onde: palco do projeto Stereoteca - biblioteca pública de BH
toda quarta-feira às 20H30
Confira a programação http://www.stereoteca.com.br/

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Paulo Urban é escritor, médico psiquiatra e criador de sua própria abordagem psico-clínica, a Psicoterapia do Encantamento, que valoriza o universo inconsciente e se propõe a explorar a Mitologia Pessoal por meios de sessões psicodinâmicas e estados ampliados de consciência.

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Foi Diretor Clínico do Hospital Psiquiátrico Casa de Saúde São João de Deus, em São Paulo, de 1994 a 2000.

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Tem livros publicados nas áreas de História, Esoterismo e Acupuntura; é autor também de um livreto sobre pedagogia, fruto de sua experiência na Escola Mutirão, Cotia (SP).

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Dois de seus livros, ambos escritos em parceria com seu pai, estão premiados pela Academia Paulistana da História: “Fractais da História – a Humanidade no Caleidoscópio”; ed. Madras, 2004 e “Santos Dumont, Bandeirante dos Ares e das Eras”, ed. Madras, 2006, o último também premiado pela Academia Brasileira de Aeronáutica.

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Compartilha com a artista plástica Mônica Facó, o sítio http://www.amigodaalma.com.br/, no qual se encontram seus mais de 80 textos versando sobre Alquimia, Magia, Mitologia, Artes, Literatura, Antropologia, Psicologia, Psiquiatria, Parapsicologia, Astronomia, História, Ciência, Religião, Filosofia, Comportamento, Ambiente, Educação etc; também sobre nomes como Pitágoras, Nostradamus, Mesmer, Kepler, Freud, Jung, Stanislav Grof, Fernando Pessoa, Santos Dumont, entre outros.

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Paulo Urban é também poeta e sonetista, com extensa produção literária e poesias publicadas em diversas antologias.

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Foi ainda articulista da Revista Planeta entre 2000 e 2006 e coordenador editorial da Revista Nova Consciência durante 2007, revista esta que, infelizmente, fechou suas portas na 5ª edição, devido à incompetência do depto. comercial da editora que a mantinha.

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